Sobre o artista
Biografia
35
Anos de carreira
23
Obras em acervo permanente
6+
Países com publicações
1
Prêmio Jabuti — Artes
Biografia Longa · Para catálogos, museus e publicações
Helder Ferrer é fotógrafo pernambucano com 35 anos de carreira, iniciada no fotojornalismo como colaborador do suplemento cultural do diário oficial. Ao longo das décadas, construiu uma trajetória singular que atravessa o fotojornalismo, a fotografia publicitária de alto nível e a fotografia de arte — três territórios que, em seu trabalho, compartilham o mesmo olhar rigoroso sobre a cultura e a identidade brasileira.
Durante mais de vinte anos, Ferrer trabalhou ao lado de Francisco Brennand, documentando e interpretando a obra do artista plástico pernambucano em projetos que resultaram no livro Brennand Desenhos (2003). Como fotógrafo publicitário, recebeu diversos prêmios nacionais e trabalhou para as mais importantes agências do mercado.
Sua obra autoral ganhou projeção internacional com publicações na Vogue Brasil e na Vogue Alemanha, além de participar do volume Bresil Héritage Africain, publicação do Musée Dapper de Paris e da Staatliche Kunsthalle de Berlim. Ferrer também fotografou para o Philadelphia Museum of Art.
Em 2004, a convite do curador e diretor Emanoel Araújo, participou da exposição e publicação Brasileiro, Brasileiros do Museu Afro Brasil, em São Paulo. A série Azougue — 23 fotografias — integra desde então o acervo permanente daquele museu, com textos do próprio Araújo e de Francisco Brennand.
Em 2012, fotografou o livro SAMICO, vencedor do 54º Prêmio Jabuti na categoria Artes. Sua trajetória inclui ainda exposições em Barcelona e Buenos Aires, com textos críticos assinados por Emanoel Araújo, Ariano Suassuna, Francisco Brennand e Raul Córdula.
Biografia Curta · Para press releases e notas
Helder Ferrer é fotógrafo pernambucano com 35 anos de carreira. Sua série Azougue integra o acervo permanente do Museu Afro Brasil, SP. Publicou na Vogue Brasil, Vogue Alemanha e no Musée Dapper de Paris. O livro SAMICO, fotografado por Ferrer, venceu o 54º Prêmio Jabuti na categoria Artes. Trabalhou por mais de vinte anos com Francisco Brennand.
Nota Mínima · Para legendas e créditos
Helder Ferrer, fotógrafo (Recife, PE). Acervo permanente no Museu Afro Brasil. Prêmio Jabuti 2012 — Artes.
Cronologia
Trajetória
Linha do tempo completa para uso em catálogos, dossiês institucionais e textos críticos.
Presença institucional internacional
França · Paris
Musée Dapper
Publicação Bresil Héritage Africain. Um dos mais importantes museus de arte africana e diaspórica da Europa.
Alemanha · Berlim
Staatliche Kunsthalle Berlin
Participação em publicação institucional da galeria.
Estados Unidos · Philadelphia
Philadelphia Museum of Art
Fotografias realizadas a convite do museu. Um dos dez maiores museus de arte dos Estados Unidos.
Brasil · São Paulo
Museu Afro Brasil
23 obras da série Azougue no acervo permanente, desde 2004. Curadoria de Emanoel Araújo.
Espanha · Barcelona
Centro Cultural Saint Jordi
Exposição Sertão (2000), com texto de Ariano Suassuna.
Argentina · Buenos Aires
Embaixada do Brasil
Exposição Azougue (2012).
Obra autoral
As séries
Descrição de cada série para uso em textos curatoriais, notas de imprensa e material de galeria.
Azougue
Série de 23 fotografias que integra o acervo permanente do Museu Afro Brasil desde 2004, a convite do curador e diretor Emanoel Araújo. A série investiga presenças, corpos e energias ligadas à cultura afro-brasileira, com textos críticos de Emanoel Araújo e Francisco Brennand. Exposta na Oficina Cerâmica Francisco Brennand (2005) e na Embaixada do Brasil em Buenos Aires (2012).
Sertão
Série fotográfica analógica sobre o sertão nordestino, apresentada com texto crítico de Ariano Suassuna. Exposta na Galeria Amparo60, Recife, e no Centro Cultural Saint Jordi, Barcelona — primeira exposição internacional do artista. Uma investigação visual sobre a paisagem, a memória e o tempo no sertão pernambucano.
Samico
Fotografias para o livro sobre o gravador pernambucano Gilvan Samico, publicado pela Editora Bem-te-vi. O livro venceu o 54º Prêmio Jabuti na categoria Artes em 2012, o mais importante reconhecimento da produção editorial brasileira. A série documenta a obra e o universo criativo de um dos maiores gravadores do país.
Baixio dos Doidos - "Paraíba Mulher Macho"
Exposição em homenagem ao grande Luiz Gonzaga, no centenário de seu nascimento.
100 Olhares de Vitalino
Exposição na antiga estação de trem de Caruaru, em homenagem ao centenário de nascimento do Mestre Vitalino, um dos maiores nomes da arte popular brasileira e fundador da tradição ceramista do Alto do Moura.
Caos, Fertilidades e Mistérios
Exposição na Galeria Arte Plural, Recife. Série que investiga forças primordiais, símbolos e a tensão entre o caos e a criação. Uma das obras mais recentes antes da série de 2024, marcando a continuidade da pesquisa visual sobre as camadas invisíveis da cultura brasileira.
A Fotografia, a Pintura e o Movimento Eterno
Exposição mais recente, na Galeria Amparo60, Recife. Investigação sobre o diálogo entre a fotografia e a pintura — dois meios que partilham o desejo de fixar o que o tempo não para. A série aprofunda o interesse de Ferrer pela dimensão pictórica da imagem fotográfica.
Textos críticos
Citações
Excertos de textos críticos para uso em press releases, catálogos e material de divulgação.
Esse compromisso de olhar e transformar essa realidade de sentimentos, de emoções em arte, essa temporalidade do instante que nunca se repete, essa trama do tempo, do instante. Esses são os argumentos, os quais convivem com a sensibilidade, e o ato criativo do fotógrafo pernambucano Helder Ferrer, esse seu último trabalho, se inspira na atmosfera de terra sua conhecida e de um tempo aleatório com seus personagens como saídos de um teatro de rua.
Curador e Diretor do Museu Afro Brasil · São Paulo
Ora, a forma é a sua própria repetição. Balzac, comenta: "tudo é forma e a vida mesmo é uma forma." E foi baseado neste princípio que Helder Ferrer dominando a técnica fotográfica como ninguém, descobriu que considerar a fotografia tão somente como olho mecânico nada pode acrescentar à realidade. Como imaginar então o outro lado da muralha? E é nesta procura que ele tem cavalgado os sítios do longe. Belo propósito.
Artista plástico · Recife, Pernambuco
A distinção é fundamental para mim, como sertanejo; porque, se a beleza da zona da mata é ligada ao gracioso, a do Sertão se aproxima muito mais de categorias como o fantástico, o terrível e o grandioso. Tudo isto me veio ao espírito ao olhar as fotografias nas quais Helder Ferrer captou a beleza fantástica e áspera do Sertão.
Por isso ninguém pode acusar Helder Ferrer de falsificar o Sertão. Quem falsifica são aqueles que tudo fazem para ignorar sua beleza.
Escritor e dramaturgo · Texto para a exposição Sertão, 2000
A transformação que propõe a fotografia que Helder coloca nesta mostra já é em si a interferência técnica sobre o arcabouço do manuseio fotográfico, quando ele não mira mais o modelo, a paisagem, o mundo captado pela retina. Ele simplesmente fotografa o que está na sua cabeça e no seu coração, comportamento natural de qualquer artista.
Pintor, artista gráfico, cenógrafo, professor e crítico de arte
As imagens de Helder Ferrer nos fazem pensar em nossa transcendência: eis a nossa impermanência.
Poeta e crítico de arte
Jornalistas · Curadores · Instituições
Para a Imprensa
Dados, ângulos editoriais e sugestões de pauta para cada perfil de publicação.
1992
Primeira exposição autoral
6
Países com obras ou publicações
54º
Prêmio Jabuti — Artes
2024
Exposição mais recente
Ângulos editoriais sugeridos por tipo de publicação
Fotografia de arte como investimento
O modelo de edições limitadas numeradas e assinadas posiciona a fotografia de arte no mesmo mercado de colecionismo de obras sobre papel. Com obras já em acervo permanente de museu, Helder Ferrer oferece ao colecionador não apenas uma imagem, mas uma posição documentada na história da arte pernambucana e afro-brasileira.
35 anos de um olhar sobre o Brasil
Uma carreira que começa no fotojornalismo, passa pela publicidade premiada e culmina na fotografia de arte com presença internacional. A trajetória de Helder Ferrer é um mapa da fotografia pernambucana das últimas três décadas, com pontos de contato em nomes como Brennand, Samico, Vitalino e Ariano Suassuna.
O artista como empreendedor cultural
A venda direta de obras fotográficas em edições limitadas via internet representa um novo modelo de mercado para a fotografia de arte brasileira — sem galeria intermediária, com relação direta entre artista e colecionador. Helder Ferrer é um dos primeiros fotógrafos pernambucanos a estruturar este modelo com consistência.
Canais de comunicação
Contato
Três canais distintos para cada tipo de interlocutor.
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Propostas curatoriais
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Exposições individuais e coletivas · empréstimo de obras · participação em feiras · projetos editoriais
Resposta
Até 5 dias úteis
Para jornalistas e editores
Assessoria de imprensa
Assuntos
Entrevistas · material fotográfico · informações para pauta · credenciamento para exposições
Resposta
Até 48 horas
Para colecionadores
Aquisição de obras
Assuntos
Consulta de disponibilidade · preços · edições · certificados · envio de obras
Resposta
Até 24 horas
Localização
Recife, Pernambuco
Brasil · Nordeste
Atende projetos nacionais e internacionais.
Disponível para viagens a convite.
Representação
Direto com o artista
Helder Ferrer não possui galeria representante no momento. Todo contato é feito diretamente com o artista, garantindo resposta personalizada e ágil.